emigração
Visão

Os meus amigos e a tristeza de emigração. Vê a realidade!

Por a 21 Abril, 2018

Boa noite caríssimos,

 

O assunto hoje é uma triste realidade, isto porque cada vez mais os amigos me informam, com tristeza, do seu abandono do nosso país, emigração, por uma questão de necessidade e não por uma questão de desejo ou objetivo.

 

Esta triste realidade desemboca na falta de emprego e rendimentos em Portugal, que faz as pessoas procurarem oportunidades de sobrevivência, de trabalhar na área que gostam e principalmente, de remuneração que permita dar condições básicas à sua família. Esta situação faz com que tenham de deixar o país que amam, onde se sentem felizes, deixar a família, amigos, as suas raízes… Faz com que vivam no estrangeiro, onde se sentem deslocados, com saudades, por vezes com rendimentos que não justificam os objetivos da ida, tornando-se uma situação insustentável.

eça de queiroz

 

Há 50 anos atrás, a minha família, na geração dos meus pais, teve a necessidade de emigrar para França, pois numa aldeia portuguesa do Norte (pouco desenvolvimento e oportunidade), teriam apenas dois caminhos prováveis, a agricultura ou o contrabando, e não tendo forma de evoluir, foram “obrigados” a sair. O que mais me entristece é o facto de nos dias de hoje, com a evolução do Mundo, estarmos a passar pela mesma situação de uma forma acentuada, descaracterizando os portugueses, perdendo a qualidade humana nacional, separando famílias e causando o fenómeno de uma “população envelhecida”, um país insustentável e uma sociedade deprimida.

Hoje olho para eles à partida, com a tristeza de saber que foram “obrigados”, com uma admiração enorme pela sua força de ir procurar o que o país lhes negou, mas principalmente, com a certeza que cada vez é mais importante não estarmos na mão do que nos oferecem, mas sim termos a iniciativa de começar a criar por nós, dependermos de nós próprios, do nosso esforço e da nossa visão.

É neste ponto que entra o “empreendedorismo”, é aqui que, realmente, as pessoas podem procurar “veículos” que as ajudem a ficar no seu país, junto dos seus, a terem rendimentos que lhes permita “viver”, provenientes de ativos de mercado, construídos por si. E vamos falar de forma mais séria, o nosso país é um paraíso, tem um tempo espetacular, gastronomia de topo, população simpática e hospitaleira, e para quem tenha “dinheiro” é super barato. Parte de nós termos a ambição de construir uma vida onde queremos, no estilo que desejamos e com quem  mais gostamos!!

 

Vamos mudar vidas !!

 

Um abraço,

André Nave

 

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ANDRÉ NAVE
Lisboa, Portugal

André Nave, mais conhecido por “Nave”, jovem empreendedor, tem 25 anos, nasceu num seio familiar honesto e trabalhador, tímido, mas com objetivos e sonhos grandes. Finalizou a sua licenciatura de Comunicação e Marketing em 2014, onde trabalhava em cafés e call centers enquanto estudava, de seguida ingressou na sua área, no mercado tradicional, em empresas multinacionais, estava completamente iludido sobre o seu futuro de vida, tendo tomado uma decisão inequívoca de lutar pelos seus sonhos, utilizando a mentalidade empreendedora como veículo.